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Erosão dentária: saiba por que você deve se preocupar com ela


18/04/2018

A erosão dentária vem preocupando dentistas nos últimos anos. Só para se ter uma ideia, um levantamento com cerca de 1,5 mil crianças apontou que 15% delas já apresentavam o problema. Três anos depois, uma avaliação foi feita com uma parcela desse grupo e o número saltou para 22% de crianças afetadas.

A erosão dentária, também conhecida como corrosão dental, é resultado do desgaste do esmalte e da dentina provocado principalmente pela ação de ácidos de origem não bacteriana.

Diferente da cárie, a erosão não leva à formação de manchas brancas, mas sim à constante e irreversível perda de estrutura dental por meio da desmineralização provocada pela queda brusca do pH no interior da boca.

Os ácidos que atingem os dentes podem chegar de duas formas. A primeira está relacionada com distúrbios gástricos (origem intrínseca), tais como bulimia, anorexia e refluxo esofágico, que provocam constante regurgitação e consequentemente exposição dos tecidos dentais ao ácido estomacal.

A segunda pode ser relacionada com bebidas e alimentos (origem extrínseca), tais como frutas cítricas, sucos e refrigerantes, repositores energéticos ou ainda com o uso constante de vitaminas efervescentes (vitamina C).

Esse problema ganhou mais importância nos últimos tempos, quando as pesquisas passaram a demonstrar um aumento de sua prevalência na população. As mudanças no estilo de vida e nos hábitos alimentares parecem ser o principal motivo para a popularidade e o agravamento da condição.

Consequências da erosão dentária

Por ser um processo lento e gradual, a erosão dentária raramente provoca dores. Mesmo se o estrago bate na dentina, o tecido se adapta para driblar a exposição de nervos, o que desembocaria em hipersensibilidade.

Porém, quando se torna grave, a erosão pode desgastar os dentes a ponto de provocar desequilíbrio na mastigação. Nesse ponto, as estruturas bucais ainda ficam opacas, transparentes, irregulares.

Para conter a progressão da lesão, é essencial fazer o diagnóstico precoce. Como 90% dos casos são primários, eles passam despercebidos até pelos olhares mais atentos.

Os primeiros sinais da erosão dental são invisíveis a olho nu. Quando há contato dos ácidos ingeridos com a superfície do dente, conhecida como esmalte, ocorre inicialmente um amolecimento dessa estrutura.

Como a erosão cresce e aparece

1. Compostos provenientes da alimentação ou do próprio organismo derrubam o pH da boca e deixam esse ambiente ácido.

2. Com o tempo, o esmalte do dente acaba destruído. A perda é irreversível – toda essa camada vai embora.

3. Se nada for feito, o processo alcança a dentina, a polpa do dente. Os buracos afetam o sorriso e a mastigação.

Consulte seu dentista

Com alguns cuidados você pode contribuir para evitar a erosão dental. O primeiro deles é com a alimentação, evitando a ingestão principalmente de refrigerantes e bebidas gaseificadas.

Outra questão importante é fazer visitas regulares ao dentista, pois ele pode auxiliar no diagnóstico precoce e evitar ou retardar o aparecimento das lesões.

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